26 de fev. de 2015

A submissa verdadeira



Estamos sempre procurando pelo verdadeiro em nossas vidas.
Queremos sempre encontrar o amor verdadeiro, o amigo verdadeiro, a felicidade verdadeira e até o whisky verdadeiro, afinal, ninguém quer ter dor de cabeça no dia seguinte. Rs.
Mas tudo muda de figura quando a busca é por uma verdadeira submissa.



A expressão hoje em dia parece ser ofensa, falar em verdade na submissão faz as veias saltarem e logo aparecem textos, discussões e grandes teses defendendo a liberdade de opinião, de conceitos de verdadeiro e falso, de diferenças de personalidade e de busca.
Concordo que cada dom tem seu ideal de submissa assim como também tenho o meu. E isto é assunto pessoal.



Mas existem algumas características que são (ou deveriam ser) gerais, na minha opinião. E sei que isso vai desagradar algumas pessoas mas meu compromisso é com a verdade, mesmo que a verdade hoje em dia pareça ter virado um conceito subjetivo onde cada um tem a sua, mas não estou aqui para agradar ninguém ou para conseguir bocetinhas, isso encontro em qualquer lugar. 
Uma submissa verdadeira, não.





submissão 
sub.mis.são 
sf (lat submissione) 1 Ato ou efeito de submeter ou submeter-se. 2 Disposição a obedecer. 3 Humildade. 4 Sujeição. 5 Humilhação voluntária. 6 Obediência espontânea. Antôn (acepção 3): arrogância, altivez.

A definição de submissão é bem clara, não sobra espaço para dúvidas sobre o que é e o que não é. Em algumas coisas não existem meios termos.
Mas deixando de lado as definições, para mim, uma  verdadeira submissa deve ter prontidão para servir. É assim que a reconheço, por estar disposta, estar aberta por ser essa sua vontade e seu prazer.
Não por estar carente, por estar na moda, por esperar receber vantagens financeiras, exclusividade e mil outras exigências.
Exigências não fazem parte do comportamento submisso. 




Ela não espera por aquele que vai lhe dar o que precisa; espera por aquele a quem ELA vai querer dar o que tem necessidade de dar: sua submissão.
Sabe, que vai trabalhar para conquistar seu lugar aos pés do dono e até em seu coração. Que vai, talvez, até conseguir exclusividade, não por exigência mas por seu comprometimento.
Está aberta a testar seus limites e se algo realmente a incomoda vai colocar isso com docilidade e humildade e será compreendida.



Docilidade e humildade são essenciais. Nada mais broxante que a arrogância. 
Sabemos que a submissão vale ouro, mas não precisamos ser lembrados disso a todo momento. Se precisa lembrar a todo momento seu valor é um sinal claro que nem ela mesma acredita nisso; ou que escolheu a pessoa errada para servir.
Ser inteligente e proativa. Submissão e obediência não são sinônimos de personalidade fraca ou de pessoas robotizadas. São sinais de força.



O verbo para uma verdadeira submissa é conquistar, não exigir.
A qualidade para uma submissa é humildade, não arrogância.
A missão para uma submissa é servir, não ser servida, porque ela tem verdadeiro prazer nisso. 
Prazer. Satisfação. Realização.
Submissas verdadeiras existem? Sim, ainda acredito.
Apenas são difíceis de encontrar em meio a um oceano de pessoas buscando outras coisas que não o ato de servir. E isto é fácil identificar.
Centenas, talvez milhares, de rostinhos bonitos e corpos perfeitos mas, almas vazias para a submissão. 




Mas existem sim e isso se percebe na candura do olhar, na suavidade dos gestos, na brandura no falar, na humildade que a torna grande e na força que emana pois, em sua feminilidade ela é forte, corajosa, disposta.
É ela a submissa verdadeira.


William Gama
Dom

18 de fev. de 2015

Domínio - alimento de corpo e alma


Relacionamentos, sejam eles de família, de amizade, de trabalho, amorosos, sexuais ou de que tipo for, necessitam dos elementos específicos que os caracterizam.
Numa relação entre Dominador e submissa, a característica principal é o domínio e a submissão. Nela, não pode haver quedas de braço de forma alguma, sendo assim, o empenho das partes envolvidas se faz ainda mais necessário, para que um seja um, que o outro seja o outro e que se entendam como se fossem um só. 


Estando as posições bem definidas, espera-se que cada um faça a sua parte e que o comando esteja sempre nas mãos Dele. Afinal, entrega de poder é entrega de poder e ponto. 
Basicamente, a submissa, que está entrando numa D/s, espera que o Dominador exerça domínio sobre ela. Seus anseios são de ter sua submissão reconhecida, alimentada e valorizada.
Não sentir a força do controle sobre si seria no mínimo frustrante.  
Assim como o corpo, a mente submissa espera ser tocada, trabalhada, moldada e conduzida por Ele e para Ele. Mente e corpo trabalham conjuntamente e precisam ser alimentados. 


O prazer de se submeter está em sentir o prazer  do Dominador de possuir, comandar,  disciplinar, de usar sua escrava como quiser e até de não usar se não quiser.
Há satisfação na obediência, no cumprimento de tarefas e até nas proibições. Sentir a força desse poder sobre si faz brilhar os olhos, tremer as pernas e melar as entranhas.
Por-se à disposição para servir e ver a satisfação Dele em servir-se da submissa é como ter uma mesa farta para banquetear. 
Pertencer, saber-se posse, a propriedade Dele, estar ali para servir e agradar a Ele, sendo tudo ou sendo nada, mas, sendo Dele.   


Acredito...
Na entrega que não acontece apenas por modismo, capricho ou qualquer outro motivo que não o prazer de entregar-se ao Escolhido.
No poder das marcas desenhadas além da pele e na entrega além dos grandes feitos que reluzem ao longe. Mas sim que o orgulho de submeter-se exista em todos os momentos, até nas atitudes mínimas, silenciosas e invisíveis, nos momentos em que ela só pode ser sentida.
No poder do domínio em que o empunhar do chicote não seja a única forma de exercê-lo.
Que não sejam as algemas, cordas, correntes e grades as únicas formas de prender a submissa.


Desejo...
Que as afinidades em comum se façam desejo, tesão, prazer e satisfação de corpo e alma.
Que os que buscam por uma D/s completa a encontrem, e que os que desejam menos, também o tenham, mas que seja com quem busca pelo mesmo.
Que a fome não seja apenas a da carne e que ela não seja saciada apenas na cama. 
Que a submissão seja bem alimentada para que o prazer não seja fugaz e vazio.
Que as negociações não se tornem negociatas, onde as palavras são sejam meias e as verdades são  metades.
Que os limites de cada um não sejam usados como limitações, intransigências, egoísmos ou mesquinharias que impedem de ver que o outro também tem seus limites e necessidades. Mas que eles sejam compreendidos, respeitados e, se possível, que J/juntos possam superá-los.
Que não falte comprometimento entre os que se propõem a vivenciar algo e que não falte cumplicidade para solidificar os objetivos.


Sugiro...
Que não esperemos pelo homem, mulher ou cenário perfeito para vivenciarmos as nossas escolhas, pois, a perfeição é a ilusão que nos impede de tornar o imperfeito o mais perfeito possível.
Que não falte o entendimento de que, com exceção do que se pode comprar, nada vem pronto para consumo. Se a grama do vizinho é mais verde é porque ele trabalhou até que ela ficasse assim e não se descuida da manutenção da mesma. Mas quando se passa mais tempo olhando pro lado, descuida-se do que está bem diante de si.
Que se tenha, primeiramente, controle de si mesmo, para só então controlar ou buscá-lo no outro. 



Entendo...
Que, por mais glamourosa que pareça, nenhuma relação é tão perfeita que nada falte à uma das partes ou à ambas, mas, esse algo a menos pode se tornar um algo a mais, um motivador, um estímulo, uma razão ou um desafio a impulsioná-los na busca de algo mais profundo.
Se a D/s é um jogo, que seus participantes tenham em mente que é um jogo de equipe e que ou todos são vencedores ou todos saem perdedores.



luah negra


12 de fev. de 2015

Nova modalidade de Dono: “O Dono babá”


Submeter-se é entregar-se para ser aprisionada e usada ao bel prazer do Dono, como objeto sexual, inclusive. Sim, submissão é a entrega para infinitas práticas lindas e deliciosas. 
Mas, eu pensava aqui, se a submissão se resume à apenas isto? Claro que não, a submissão extrapola para além das práticas que nada têm a ver com sofisticação, beleza ou sedução. 


Como gosto de quebrar as certezas das coisas, e faço isto sempre comigo mesma, não importa o que vá ganhar ou perder depois, te faço uma pergunta. Pense bem antes de responder e seja absolutamente honesta consigo mesma:

_Você concorda que a submissão transcende a tudo isto? Se concorda então, ela também é:
- Aliviar o peso dos ombros do Dono.  
- Fazer o trabalho pesado para que Ele não se canse. 
- Ser alegre, brincalhona, às vezes meio palhaça, pra fazê-lo gargalhar. 
- Ser sua cúmplice em QUALQUER tipo de prazer


É, minha amiga, submissão vai muito além daquilo que pode entender nossa ainda tão pequena compreensão. De minha parte, é tudo que citei acima e irei além: carregarei sempre as malas do meu DONO, abrirei a porta do carro para ELE entrar e sair e, a menos que não seja SUA vontade, estarei no mínimo dois passos atrás dELE... em todos os sentidos. 


Do lado oposto desta escrava submissa está uma que reclama sempre. Reclama e exige.  Sua visão é completamente equivocada... Ela é míope para submissão. Só para ilustrar, uma das coisas que ela sempre diz é: 
“Quero um Dono que só queira a mim. Que me proteja. Que cuide de mim.”
E eu te pergunto:
_Que droga é esta? Isto é uma inversão de valores. Não é ela que serve ao Dono. É o Dono que está aos serviços dela. 

Ah... me desculpe, mas submissa que diz: Quero um Dono que cuide de mim, devia virar Domme e ter um escravo. Você não acha???



Que peso é este que ela coloca nas costas dele? Será que ela ainda não descobriu que, não obstante uma aparência frágil e delicada, a verdadeira submissa tem que ser uma mulher forte?
Não é ela que se equilibra sobre o Dono. É ele que se apóia nela. Ela é o chão e ele pisa sobre ela. Se ela não estiver firme irá tremer e, se isto acontecer, ele pode se desequilibrar e cair.

Era só o que me faltava... Submissa querendo dono que cuide dela... Pois então que coloque um anúncio no jornal com o título:


“Procura-se uma babá”

Amar Yasmine
a escrava encantada do
SENHOR DIABLO

12 de jan. de 2015

UM DOMINADOR AVALIA

Dominação Masculina - Umas ideias



Elementos da composição da autoridade masculina são estimulados, mas muito pouco discutidos no meio SM. Donos falam em proteção de suas submissas, mas sabemos mesmo que tipo de mecanismo nos empurra pra essa fala?

É claro que a própria experiência BDSM inclui algum perigo físico intrínseco que é combatido com uma cultura da responsabilidade entre Top e Bottom. Assim aprendemos uma cultura SM que diminui riscos das práticas reiterando a responsabilidade do Dominador sobre "sua peça".

Mas tirando isso, acredito que a Dominação Masculina, como expressão sexual do próprio patriarcado, nos proponha sempre a ideia do provedor, do pai, daquele que protege. Eu não conheço o processo das Domme mas conosco essa ideia é extremamente poderosa.



Porque por exemplo, mesmo em relações baunilhas, é comum que nós infantilizemos nossa interlocutora? Muitas vezes as tratamos como crianças porque em algum lugar sabemos que isso as fragiliza diante de nós, como filhas. Disfarçados em certos mimos e carinhos vai a mensagem: "Você é criança e não sabe das coisas".

Nesse sentido a Dominação Masculina circula em torno da ideia do Pater. E isso fundamenta nosso amor e zelo por nossas meninas, o sentido de proteção da Dominação Masculina.

A aceitação de tudo quanto impomos nos gera fascínio sexual talvez porque fiquemos surpresos quando afirmamos sexualmente símbolos da opressão do patriarcado (e te chamamos de puta, rimos de você ou te disciplinamos) e verificamos que há uma aceitação desse papel embaixo de nossa disciplina.
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Ou seja, quando vemos que nossa violação é entendida como violação e mesmo assim aceita em nome da lealdade ou do amor a nós.
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E é por isso que odiamos submissas que fingem a violação, que representam, que mentem. Nenhum de nós gosta da submissa que pede "mais forte, mais forte". Porque a violação proposta não está sendo entendida como violação, sequer. É uma ofensa significativa quando acontece.
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Os processos eróticos que dão sentido à Dominação Masculina (ao menos na média) tem origem na ideia fundamental da domesticação, no âmbito sexual, da fêmea. Na ideia do uso.
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Se isto é mantido no campo da sexualidade consensual apenas, qualquer acusação de machismo cai no vazio até mesmo para o senso comum. Vejo muitos Dons sem conseguir justificar suas preferências e cometendo o suicídio de afirmarem-se "machistas mesmo e foda-se". As pessoas são livres até para serem burras, sabemos.
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A Dominação Masculina não precisa de legitimidade alguma para ter mais poder sexual, até porque ela simboliza justamente o próprio poder sexual falocêntrico. Mas ela precisa ser melhor explicada, defendida e a preferência por ela precisa da legitimidade de não estar associada ao machismo.
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Caso contrário vão nos caçar pra sempre. Um resgate da identidade masculina na pós-modernidade precisa re-legitimar o prazer na violação sem conceder em tornar-se criminoso, anti-ético ou condenável.
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É quase como ser um reformista do patriarcado: achar justo que as mulheres tenham direitos civis e ainda manter sua putinha obediente sem muita resposta porque ela está com a boca ocupada.


Marte
Dominador, RJ




*Texto postado originalmente em O Sagrado Masculino e gentilmente cedido pelo autor para publicação neste blog. 


7 de jan. de 2015

Jeito de menina, malícia de mulher


Porque as meninas fortes também têm as suas fragilidades . 
Elas podem até exitar , mas não deixam de se mostrar por completo para Aquele que as têm . 
E , ainda que relutantes , elas também sucumbem aos encantos . desejos e prazeres de ser a doce menina Dele .  

Porque além de escrava , puta , cadela , capacho , brinquedo ou seja o que for que Ele deseja , a sub se torna uma tola diante de quem a domina . 
Seja por Ele gostar , por se divertir fazendo-a parecer assim , seja pelos mil pensamentos que povoam sua mente a cada minuto...Seja por qual motivo for , ela sempre terá seus momentos de fragilidades e tolices dignas de uma criança .

Porque querendo ou não e por mais centrada , racional , inteligente , experiente ou culta que seja a mulher , a sub tem as suas fragilidades , carências e necessidades , ela faz pirraça , pede colo , se alegra , ri e chora quase como uma criança . 
Querendo ou não e por mais madura e forte que ela seja , a sub é um ser frágil que busca quem lhe proteja , guarde e ajude a encontrar o caminho que ela não consegue encontrar sozinha . 


Porque querendo ou não , o Dom se torna um protetor e um orientador  , que castiga , cobra e direciona para que ela cresça como uma submissa consciente de suas decisões e desejos e cresça , também , como pessoa . 
Querendo ele representa o adulto responsável e ela , a criança que cresce sob o olhar e ensinamentos dele , desse alguém que a ouve  , e é ouve e respeitado como tal . Ela vai aprender , mas ainda assim , ela será sempre uma tola diante dele , será sempre uma menina , uma criança em desenvolvimento e terá sempre prazer em ser assim . 

Submeter-se não é apenas ser forte ou frágil , é mesclar a ingenuidade de uma menina com a malícia de uma mulher e saber usar o melhor de cada uma no momento certo , sendo inteira sempre . 



luah negra

2 de jan. de 2015

Encontro

Ano novo, vida nova!
Estamos de volta!
E, sempre pensando no que poderíamos oferecer de melhor aos nossos leitores, optamos por publicar aqui este lindo relato, vivido por uma das nossas colaboradoras. 
Assim, reabrimos o blog em 2015, com este "Encontro". Boa leitura!



Então novamente vou ver o Dono de mim...e a Ele devotar meu encanto de servir...

Toda a adrenalina consome meu corpo, como sempre , preparativos, nervoso, desejos latentes e toda a vontade de estar aos pés Dele de novo...tão bom sentir isso!!!

Época corrida, natal, final de ano, todo o drama das famílias desejosas de festejar o ano que finda e o que se inicia, roubam o tempo de nossas vidas....mas mesmo assim, conseguimos uma brecha nessa loucura e lá vou eu,..com o coração a disparar no peito, a alma a gritar pelo peso da mão do Dono...pela humilhação que uma sub deve aceitar e por tudo o que isso diz em minha alma!!

Doida para poder me prostar aos pés desse Dono a quem idolatro e ali desepejar meu choro e libertar-me do fardo de vestir uma pele de mulher no dia a dia....deixar que a cadela saia de dentro de mim e se apodere de meu ser...e é só ali..aos pés Dele que isso se faz possível!!!

Chego finalmente ao meu destino...horas intermináveis de espera que se findam num instante dando lugar ao êxtase de ler a mensagem no celular...''estou aqui fora''....pronto, nesse momento tudo se desfaz em minha mente...esqueço todos os problemas e dificuldades para chegar até ali, esqueço da vida e passo a ser unica e exclusivamente a cadela desse Dono !!!

Entro no carro, mãos tremem, corpo treme, coração pulsa feito doido no peito...e penso até que Ele ouve o som, pois me pergunta tranquilamente...o que foi cadela?...nervosa???

Eu apenas sorrio e me embriago ao som da voz adorada...e deixo que a magia de ser sub e de poder viver isso se apodere de mim....e vou respondendo, me permitindo viver e absorver cada segundo do que começo então a viver...

Dono segue , me levando onde só Ele sabe...nunca sei nada do que está para acontecer...nunca sei o que virá..e isso é inebriante..é enlouquecedor...curiosidade e medo se mesclam ao tesão e delícia de estar alí!!!

Então Dono para...desce do carro e me diz fique aí quieta...ao que obedeço e fico observando os movimentos Dele...que tranquilamente acende um cigarro...e fica rodeando a janela onde permaneço sentada e melada...me olha firme nos olhos e segura meu rosto,...pensando que levaria um sonoro tapa me preparo...mas o que segue sáo varias cusparadas em meu rosto...fecho meus olhos com o susto, com o inesperado...havia sido alertada várias e várias vezes de que isso iria acontecer..mas como sempre não sabia a hora e o lugar que isso aconteceria...sinto meu rosto queimar, sinto a alma gelar..algo inédito , nunca vivido , a sensação de ser humilhada a esse ponto, de saber-me o nada que sou, toma posse de mim...me ver ali, subjugada a ponto de ser cuspida na cara, é algo inenarrável...algo que minha alma de sub não sabia ser capaz de suportar....eu pensava se teria nojo se isso um dia acontecesse....mas claro que não!!!!




Veio Dele...é um carinho para mim, receber de meu Dono o que Ele desejar me oferecer!!!

Me surpreendi com a intensidade do que sentí nesse momento único em minha vida...e ali fiquei parada, imóvel com a mão de Dono em meu rosto...e os tapas vieram...fortes e certeiros. assim como outras cusparadas...e depois Dono me perguntou , como eu me sentia, ao ser humilhada a esse ponto....eu busquei forças dentro de mim, para responder que me sentia feliz...e para agradecer a Ele pela honra de ser Sua cadela...por merecer que me olhasse e assim fizesse de mim o que em entendesse....



Dono então me disse a coisa mais linda que eu poderia ouvir...fiz isso para que você visse que é apenas uma cadela insignificante, um objeto para meu prazer....

Eu já chorando, tomada pela emoção do momento ouço então Dono dizer isso e me fazer concordar e repetir que eu era um nada, apenas uma cadela insignificante....e então Ele me diz antes de voltar pro volante...: uma cadela é nada e ao mesmo tempo é tudo para o Dono!!!

Nesse momento morri e fui ao céu...voltei radiante para o lugar onde estava...chorei muito...por um bom tempo, deixando toda a adrenalia fluir em minhas lágrimas...e assim foi essa experiência tão plena em minha vidinha de cadela...cadela submissa plenamente dominada e entregue a esse Dono maravilhoso que possui minha alma...



Agora eu sei e posso dizer que entreguei minha alma!!!


ametista_A_Luiz



23 de dez. de 2014

Boas Festas!


Fim de ano. 
Época de renovação e esperança de dias melhores, de fazer planos, resolver pendências, distribuir perdões, procurar pessoas ausentes e desejar coisas boas para começar o novo ano com o coração cheio de paz.
Nós, do blog *escravas & submissas*, desejamos a você que nos acompanhou, que nos encheu de orgulho com suas visitas, comentários e até mesmo com suas leituras silenciosas, um Natal de muita paz e amor e um Ano Novo repleto de realizações e, como não poderia deixar de ser, muitas alegrias e prazeres no BDSM.
A quem tem uma relação, que ela frutifique. 
A quem não encontrou ainda seu par, que o(a) encontre em 2015. 
A quem está apenas observando e aprendendo, que consiga crescer nesse aprendizado. Esperamos estar contribuindo para isso.



Aos nossos colaboradores, o nosso muito obrigado, vocês ajudam a fazer este blog acontecer. 
Estamos, com muita alegria, comemorando os 140.000 acessos à nossa página. Talvez pareça pouco mas é uma grande alegria para nós saber que milhares de pessoas estão nos acompanhando, lendo, contribuindo para que esse nosso querido BDSM continue a ser motivo de alegrias intensas para todos nós.
Voltaremos em janeiro com energia renovada e muitas novidades para nossos queridos leitores.


Feliz Natal a T/todos! Feliz 2015! 

São os nossos votos a todos que acessam esta página.


*escravas & submissas*


7 de dez. de 2014

A importância do aftercare


Muito já se debateu sobre Dominação x submissão, o papel do Dominador e o da submissa, as condutas de comportamento, assim como, as relações sadomaso como um todo.

No entanto, acho o assunto sessão muito sério e sugestivo para gastar uns bons tec…tecs. (Tomarei a liberdade de devanear levando em consideração as vivências entre Dom e sub, no entanto, o assunto discutido, supera questões de gêneros).

Acredito que sessão seja um dos momentos importantes da R/relação por ser ali onde as coisas se concretizam de fato. É ali que todo o ensinamento vai ser posto em prática, e a hora do "vamo ver", tanto para quem está se submetendo quanto para aquele que está Dominando.



Trazendo o assunto para minhas vivências, na sessão é quando me mostro, literalmente, submissa para aquele que tem o PODER o COMANDO sobre mim. Do lado do Dominante, acredito, que seja o ápice de sua existência.

Numa D/s, esse exercício de cooperação, essa troca, essa interação entre Dominador  e escrava submissa, resulta ativamente para o desenvolvimento de A/ambos.

Saliento que o Dono assume papel fundamental nesse processo como indivíduo que Decide, que Comanda a situação por livre e prazerosa escolha.

Supostamente, ELE (Dominador) deve saber realizar com destreza, para o seu deleite, inúmeras práticas. Assume ciente seu papel na relação. Guia com prudência. Orienta com responsabilidade. Conduz de maneira rigorosa e gentil. Faz superar limites e suportar a dor com lucidez e sensatez. Além de ordenar tarefas para a evolução da peça.



Porém, no decorrer da caminhada, erros acontecem. Daí, oportunamente, surgem as famosas sessões de  castigos/punições. E o nobre Senhor se vê obrigado a aplicar  o julgamento e as sentenças. Fazendo uso de toda a gama de bom senso que lhe cabe, Ele escolhe a melhor e mais indicada prática para trazer luz, discernimento e orientação à impulsiva escrava  

Muitas vezes,  nesses momentos, podem ocorrer as quebras de limites, os físicos mais comuns ou os de ordem psicológica, visto que,  a peça toda arrependida da transgressão cometida, sente-se na obrigação e impulsionada a ver de volta o brilho nos olhos do Dono, emtrega-se inteira  para transpor esses limites.  



Munido com toda responsabilidade e sutileza inerentes de seu ser, Ele sente quando o castigo foi cumprido e reconhece o limite atingido de sua submissa. 

E/exauridos pela intensidade de tal momento, N/necessitam de um certo restabelecimento. Momentos íntimos e intensos merecem ter uma pausa branda, harmoniosa e relaxante. Geralmente essa necessidade  é suprida com um aconchego nos braços um do O/outro , podendo ocorrer conversas banais, chamegos ou apenas o terapêutico abraço.  Essa pausa tão importante costuma ser denominada como aftercare.



E assim, diante de tais ações tão vitais para a sobrevivência de qualquer D/s, faz de Sua peça, uma incrível dedicada, extremamente honrada e orgulhosa escrava submissa.



ternura εïз


*Nota: leia mais sobre Aftercare em nossa página  Práticas e Fetiches


2 de dez. de 2014

Para a menina que acaba de descobrir a submissão


À você, menina submissa, que acaba de descobrir o mundo da submissão,  preciso dizer:

- Nem tudo são flores. Há sim muitas, lindas, de cores belas, pétalas macias, com perfume as vezes suave, muitas vezes embriagador. Mas, não se esqueça dos espinhos e prepare suas mãos com cuidado, porque para tocar nas flores provavelmente irá esbarrar nos espinhos.

- Não tenha medo, entregue-se plenamente. Dedique-se, aprimore-se. Seja solícita, esteja sempre à disposição, mas não sufoque. Nada mais desagradável do que uma mulher que, na ânsia de não faltar, acabe sendo demais.

- Não se acanhe ao suplicar. Curve-se até o chão. Rasteje. Não apenas de corpo, porque isto é fácil, rasteje sinceramente também de alma e coração.

- Se um dia alguém criticá-la, se a chamarem de fraca ou tola por ser submissa, não se incomode. Não perca tempo discutindo. Mantenha a fé em sua submissão e o foco no despojamento. Tenha em mente que o amor submisso exige despojamento, raciocínio, convicção, coragem, dedicação, determinação e força. Tudo isto amando de peito aberto e sem perder a humildade.
Nenhuma de nós pode se dar ao luxo de ser tola ou fraca.

- Sinta ciúmes. Sim, sinta ciúmes! Sinta e não se envergonhe de sentir. Contudo, jamais reclame, jamais os expresse, a não ser que seja de uma forma leve, rápida, um piscar de olhos, apenas o tempo necessário para acariciar o coração e a alma de seu Dono.

- Deixe claro quão precioso e insubstituível ele é, que a vida não terá sentido sem ele e que tudo que lhe der prazer você fará sorrindo de corpo e alma, mesmo que seja colocar a seus pés uma jovem e bela mulher, se isto for de seu agrado.

- A você, menina submissa que me lê neste instante, desejo que trabalhe firme para servir com excelência. Fique atenta pois há uma linha frágil que separa o momento de se adiantar e surpreender. Uma linha frágil para o momento de estar quieta, cabeça e olhos baixos apenas aguardando o comando e o momento de ser atrevida. Os dois lados desta linha são absolutamente necessários e é preciso muita atenção para não errar.

- Doce menina, policie-se. Nenhuma mulher poderá ser totalmente controlada se não tiver controle sobre si mesma. Sim, pq uma submissa não pode simplesmente jogar no colo do Dono o fardo de si mesma. O auto controle é absolutamente necessário pra lidar com imprevistos e para saber esperar.

- Espere... Espere... Espere... Espere!
Aprimore-se em esperar, com delicadeza, com doçura, com serenidade, com temperança. Lembre-se das "Mulheres de Atenas". Não somente delas, mas de todas que, por um motivo ou outro, têm que esperar sem saber até quando.

- Se submeta na totalidade. Se permita ser feliz na subserviência e confie. Confie primeiro em si mesma. A fé em sua submissão deverá ser inabalável e sem confiança não haverá obediência cega, nem entrega verdadeira.

- Por fim, nunca se esqueça: Não há meia submissão, nem meia servidão. Assim como não há boas ou más escravas e boas ou más submissas. Ou somos, ou não somos.

Este é o meu recado para você que está descobrindo a submissão com a alma cheia de sonhos. Não se esqueça nunca, querida menina, que:


Expectativas de recompensas
não movem a verdadeira submissa.
Mas, a devoção e a entrega
de livre vontade.

Amar Yasmine
a escrava encantada do
SENHOR DIABLO


27 de nov. de 2014

UM DOMINADOR ACONSELHA

Conselhos a uma submissa.

Dicas para chegar ao bottom do poço.


Não desobedeça ordens, mesmo que elas apresentem alguma lacuna. Descubra sempre o que seu Top quer de você com a ordem e atenda, mesmo que você tenha que fazer adaptações. Observe o espírito geral dos comandos e seja criativa. Você não é um robô. Isso fará com que ele compreenda que suas ordens são obedecidas com seu coração.

Não se torne enfadonha para seu Dono. Perceba do que ele gosta, como gosta e invista em ser uma alegria para Ele. Se o seu mecanismo mental for submisso isso fará bem a você mesma no final. Você está buscando uma relação de entrega, dedique algum tempo à submissão voluntária.

Não tenha modos vaidosos, acostume-se a escrever e a pensar em você como puta, posse e fêmea Dele. Sem essa de manter um monte de orgulhos escondidos. Numa relação de Dominação o orgulho é como calo, dói o tempo todo. Trabalhe contra qualquer soberba para realmente servir com verdade. Não fique se protegendo atrás de preconceitos. Não seja hipócrita, você sabe em que tipo de relação está.

Ao mesmo tempo, te é facultado ter profundo orgulho da tua submissão. Isso é belo e deve ser a tua maior vaidade. Há maneiras orgulhosas de portar uma coleira. Orgulhar-se sinceramente da própria submissão é saber que você é uma grande mulher.



Não conte segredos de seu Dom ou de sua relação a ninguém do meio. Você não pode proteger seu Top do julgamento de terceiros uma vez que tenha aberto a boca. Você só deve falar com terceiros detalhes do que acontece entre vocês se houver algum abuso ou se você se sentir em perigo. Evite fofocas. Uma puta sub não coloca seu Dono no meio de confusão. Isso não significa que você não deva dialogar sobre BDSM com terceiros, mas que você deve ter em mente a fina linha entre discutir e fofocar.

Não cobre, não aperte, não pressione. Não se torne uma chata e reclamona fora dos limites que foram estabelecidos na negociação. As pessoas colocam tudo a perder com essa mania de pretender que alguém se comprometa mais através de pressões. Deixe o nível de comprometimento aumentar conforme a relação fica boa. Naturalmente.

Quando estiver em uma festa ou em um ambiente SM esteja sempre com sua coleira. Não interrompa ou discorde de seu Dono na frente dos outros. Não inicie contato físico com outros Tops, nem os cumprimente com beijinhos; um aperto de mãos vai servir. Ele pode corrigir sua conduta, mas não pode alterar a vergonha que você o faça passar em uma situação dessas. Se comportar mal significará a todos os presentes que seu Dono não possui ou não exerce adequadamente sua autoridade sobre você. É a honra Dele que está sendo medida por suas atitudes.

Aprenda a ser amada. As submissas recebem grandes doses de amor e carinho, geralmente. Os códigos podem ser diferentes dos de uma relação baunilha, mas fato é que você não é uma mera boneca inflável e seu Dono não é tão insensível quanto possa parecer com um chicote na mão. Uma relação de Dominação é mais intensa em tudo: a verdade entre os dois aparece, o sexo é melhor, as pessoas se conhecem ao invés de fingir. Aprenda a ver a beleza dos pequenos gestos, senão você não vai entender nada sobre o que é essa vivência.


Dialogue francamente com seu Top. Se você não disser, talvez Ele não consiga adivinhar. Há momento adequado para tudo, inclusive para críticas e manifestações de desconforto. Cabe a você escolher a melhor forma, a maneira ideal de dizer as coisas. Em uma relação de Dominação a forma como você dá a informação a seu parceiro é tão importante quanto o conteúdo. A fórmula é: verdade sempre com arrogância zero. Entenda sua posição na hora de formular suas críticas.

Cobre de seu Dono que Ele seja coerente. Se a submissa está em constante evolução, é certo que isso também se aplica aos Dons. Sobre quais valores está fundada a Dominação Dele? É um direito seu demandar que Ele seja coerente com o que prega. Essa é uma enorme dificuldade da posição de poder. É difícil pra cacete merecer a entrega da sub o tempo todo. E aqui cabe uma digressão.

Quando uma submissa erra ou age mal ela é punida e aprende a não repetir o erro. E o que acontece com Dons verdadeiros quando Eles próprios erram? Eles se punem e são cruéis consigo mesmos, acredite. O ridículo é intolerável para a posição que tomamos para nós. Mesmo assim, todo Dono errará muito. E bons Donos se sentirão muito culpados pelos erros graves que cometem. Na minha opinião estabelecer autoridade moral verdadeira sobre uma mulher é quase como esculpir em vidro: um simples erro pode destruir tudo. É fácil imaginar o que acontece com a autoridade moral Dominadora se ela é pega em mentira grave, por exemplo.

Não há paradoxo entre ser submissa e cobrar (não como inimiga, mas como quem quer incentivar a evolução de seu parceiro) que seu Dono seja coerente. Esse nível subliminar de cobrança é como se a submissa dissesse: “Eu sou tua cadela, teu bichinho de estimação e meu corpo te pertence. Mas você tem que ser forte e me passar segurança para que eu possa me abrir completamente”. A demanda da submissa é justíssima, nesse caso. Se seu Dono é alguém corajoso e honrado, incentive essas características, por exemplo. Quando Ele não agir dessa forma, dialogue para entender suas razões e procure ajuda-lo para que Ele retome o caminho de sua própria evolução. Repare nas evoluções e mudanças de seu Top.



Cultive amor genuíno pelo Dono. Sei que isso não é um conselho comum no meio, mas eu diria que todo Top é um vampiro das emoções que são emanadas em sua direção. Não estou falando de amor romântico com jantares á luz de velas. Mas realmente creio que só há sentido na submissão se houver algum sentimento que dê liga as sensações sexuais. O amor re-significa as atitudes dentro do sexo. Amar seu Dono não é algo que atrapalha, como muita gente diz por aí. Dominação é como qualquer outra relação da vida da gente: os laços se reforçam ou se desfazem de acordo com os sentimentos de cada um. Não se trata de um jogo sexual de bater e apanhar: Dominação nos permite vivenciar experiências afetivas únicas.

Entenda a humilhação como um processo de afirmação da autoridade de seu Dono sobre você. Descubra seu tesão nisto. Não se trata de agressão contra sua auto-estima. Ficar babando de quatro com um gag na boca enquanto apanha na bunda significa muito mais o poder Dele sobre sua cadela do que um motivo para você ficar grilada e correr pra um analista. Procure trabalhar eroticamente suas sensações. Se você está nas mãos de um bom Dono, você vai entender que a humilhação te torna mais Dele e muito mais bonita.

Leia sobre Dominação e discuta com seu Top. Isso pode enriquecer a experiência dos dois. Acredite, há muita coisa a ser aprendida sempre. Não se acomode com o que você já sabe.

Conheça seu Dono o melhor possível. Conheça o prazer de seu Dono mais que Ele mesmo. Dominação é um processo erótico a partir do qual se vivenciam grandes experiências afetivas. Sexo está no centro da sua relação. Que submissa poderia pretender ser amada no exercício de sua função sem compreender os detalhes da sexualidade de seu Top? O seu prazer certamente será maior se perceber que sua submissão atende os desejos Dele. Aprenda sempre sobre Ele e sobre como é bom vê-lo satisfeito. Tenha orgulho submisso em ser uma boa puta para quem merece que você seja.

Não minta, não enrole, não traia a negociação. Isso é fatal.


Seja honesta com seus limites e não confunda seu amor com sua submissão. Não force seus limites em nome de seu amor ou com a intenção de agradar e fortalecer seu vínculo. Quando estiver preparada para uma prática, esteja preparada dentro de si mesma e por você mesma. Há muita diferença entre uma mulher apaixonada que topa tudo para continuar próxima e uma submissa de verdade. Nós não somos idiotas e percebemos se você está se forçando em nome de seu amor.

Perdoe a si própria e perdoe seu Top. Erros vão sempre acontecer e muitas vezes eles serão graves. Seja generosa.


Confie na condução de seu Dono. Ele provavelmente terá o bom senso de conhecer suas necessidades e limites antes de intensificar qualquer coisa. Não tenha medo de apanhar muito ou fique apressada em apanhar mais. Deixe que Ele conheça seu corpo e seus limites com o tempo. O encaixe é natural. Provavelmente o Top vai cuidar de você direitinho e tudo vai ser sempre mais lento do que você gostaria, até. É uma obrigação Dele zelar para que você não tenha uma experiência física ou emocional mais forte do que esteja apta a suportar. Se o cara exagera, pule fora da relação. Bons Dons são zelosos de suas peças e geralmente tem comportamento gradual e responsável.

Obedeça com alma e coração; se antecipe. É mentira dizer que submissão é passividade. Alguém espalhou esse boato idiota e muita gente acredita. As maiores submissas são grandes conselheiras e verdadeiras Valquírias na defesa da Casa de seu Senhor. E é assim que uma mulher pode, através da sua fragilidade, tornar-se o tesouro mais precioso para um homem forte.



Marte
Dominador, RJ


Texto publicado no blog O Sagrado Masculino e gentilmente cedido pelo autor para publicação neste blog.